sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Pitangueira – (Eugenia uniflora)


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Nomes populares: pitangueira-vermelha, pitangueira-roxa, pitangueira-branca, pitangueira-do-mato.
Família: Myrtaceae
Distribuição: Ocorre de SP ao RS, na floresta semidecídua do Planalto e da bacia do rio Paraná.
Prefere sub-bosques mais abertos e iluminados sendo ali, uma espécie bastante comum e abundante.
A pitangueira é uma pequena árvore que nas regiões subtropicais alcança 2 m a 4 m de altura mas, vegetando sob ótimas condições de clima e de solo, alcança alturas acima de 6 m. quando adulta. As folhas pequenas e verde-escuras quando formadas exalam aroma forte e característico. As flores brancas e suavemente perfumadas, são hermafroditas e melificas. O fruto é uma baga com 1,5 a 3,0 cm. de diâmetro, tem casca muito fina; a polpa do fruto maduro é macia, suculenta, doce ou agridoce, aromática, saborosa, perfumada. A maturação do fruto dá-se em 5 a 6 semanas após o início da floração.
Não se conhece variedades definidas de pitangueiras no Brasil; entre plantas nota-se diferenças quanto a forma, tamanho, cor e sabor do fruto. Encontra-se plantas com frutos cor laranja, com cor vermelha e com frutos encarnados, quase negros.
A pitangueira é originária da região que se estende desde o Brasil Central até o Norte da Argentina , sendo distribuída geograficamente ao longo de quase todo o território nacional. Está presente em muitos centros de diversidade e domesticação brasileiros, os quais abrangem diferentes ecossistemas tropicais, subtropicais e temperados. Entretanto, essa espécie apresenta sua mais ampla variabilidade nos Centros de Diversidade classificados como: Centro-Nordeste/Caatinga,  Sul-Sudeste, Central/Cerrado, e em todos os setores da Mata Atlântica, que engloba as regiões costeiras da Paraíba ao Rio Grande do Sul.
Devido à sua adaptabilidade às mais distintas condições de clima e solo, a pitangueira foi disseminada e é atualmente cultivada nas mais variadas regiões do globo: Américas do Sul e Central, Caribe, Florida (é a mais popular entre as espécies de Eugenia aí introduzidas), Califórnia, Hawaii, Sudeste da Ásia, China, Índia, Sri Lanka, México, Madagascar, África do Sul, Israel e diversos paises do Mediterrâneo.
A pitangueira vegeta e produz muito bem em climas tropicais e subtropicais, sendo ideais aqueles quentes e úmidos, onde se torna mais produtiva, embora adapte-se também ao clima temperado e a diferentes altitudes.
É resistente aos ventos fortes e tolera diferentes níveis de geada e temperaturas abaixo de 0ºC, sem sofrer danos. Apresenta certa tolerância à seca, desenvolvendo-se bem em condições semi-áridas, desde que se proporcione uma mínima quantidade de água. Não é tolerante à salinidade. Em relação aos solos, cresce adequadamente tanto nos tipos arenosos (como os de restinga e praia), quanto nos areno-argilosos, argilo-arenosos, argilosos e até mesmo em solos pedregosos.
Muito usada como planta ornamental em parques e jardins e para formação de cercas vivas.
Seus frutos maduros nascem nos ramos finos, na ponta dos galhos, após farta floração branca que contribui para a beleza desta árvore.

Seu tronco é liso e levemente tortuoso, bege-acinzentado com estrias mais claras que se formam pela constante renovação da casca. Folhagem densa e verde-escura, com folhas miúdas, lustrosas e que tem o aroma da fruta. Flores brancas na primavera e verão. Frutos esféricos de 1,5 a 3 centímetros de diâmetro, de casca muito fina, lisa e colada á polpa, dividida em oito gomos, nas cores vermelho-intenso, alaranjado ou roxo-escuro.
Na idade adulta, e quando plantada isoladamente, adquirem copa arredondada e majestosa, com diâmetro comparável à sua altura.
Sua propagação s faz por sementes e alporquia. A poda só deve ser feita apenas as de formação e limpeza.
Muito indicada para regiões de litoral. A pitangueira é comumente utilizada em cercas viva, em calçadas ou plantada em vasos, onde se sai muito bem.
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A poda das frutíferas


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Com o Inverno chegando o cultivador de frutíferas já sabe que está chegando a hora correta para a poda de suas árvores. Começa então a amolar as ferramentas, limpar as lâminas impregnadas de ferrugem por estarem guardadas desde o ano anterior, engraxar a  mola da tesoura e afiar o serrote.Todo ano é a mesma coisa. Mas porque fazer? Por que deixar esse ao aquele ramo? Qual o verdadeiro objetivo da poda? Devo ou não devo cortar?
Essas são as perguntas que mais frequentes desde um simples possuidor de uma fruteira de fundo de quintal até um grande fruticultor. Mas quais são as finalidades da poda, que dela depende em grande parte a explosão da vida na Primavera que virá a seguir, a fartura e a qualidade da colheita de qualquer pomar?.
Embora seja praticada para dirigir a planta, como no campo da estética em algumas árvores, arbustos e jardins ornamentais, em fruticultura, ela é utilizada para regularizar a produção e melhorar a qualidade dos frutos.
A poda em fruticultura que, juntamente com outras atividades não menos importantes, torna o pomar muito mais produtivo. ´la é tida para alguns, como uma espécie de bisavó da enxertia e da hibridização. Ela se tornou imprescindível no manejo de pomares frutíferos, principalmente.
Existem diversos conceitos para o termo poda dentre os quais:
- É o conjunto de cortes executados numa árvore, com o objetivo de regularizar a produção, aumentar e melhorar os frutos, mantendo o completo equilíbrio entre a frutificação e a vegetação normal;
- É a arte e a técnica de orientar e educar as plantas, de modo compatível com o fim que se tem em vista;
- É a técnica e a arte de modificar o crescimento natural das plantas frutíferas, com o objetivo de estabelecer o equilíbrio entre a vegetação e a frutificação.
- É a remoção metódica das partes de uma planta, com o objetivo de melhorá-la em algum aspecto de interesse do fruticultor.
A importância de se podar varia de espécie para espécie, assim poderá ser decisiva para uma, enquanto que para outra, ela é praticamente dispensável. Com relação à importância, as espécies podem ser agrupadas em:
- Decisiva: Videira, pessegueiro, figueira.
- Relativa: Pereira, macieira, caquizeiro.
- Pouca importância: Citros, abacateiro, mangueira.
O podador, deverá fazer uso de seus conhecimentos e habilidades, onde um gesto seguro reflete a convicção de quem acredita que a interferência humana é imprescindível para modelar um pomar. Na natureza, as plantas crescem sem qualquer modelamento, buscam sempre a tendência natural de crescerem em direção à luz, tomando a forma vertical, e com isso perdem a regularidade de produção.
Toda a importância da arte de usar a tesoura, não está em simplesmente cortar esse ou aquele ramo, dessa ou com aquela espécie. Cada fruteira tem o seu hábito específico de frutificação, tendo conseqüentemente, exigência muito diversa quanto à poda. E quanto a isso, devemos então entender o básico de como funciona a planta frutífera, para adaptarmos a cada espécie que pretendemos podar. Com citamos anteriormente, o podador assemelha-se a um cirurgião, e como tal, não opera sem entender como funciona o organismo que ele está lidando.
Fundamentos e princípios da poda
A poda não é uma ação unilateral. Ela ensina quem faz. Mas, para isso, é preciso respeitar seu ritmo, entender e conhecer sua fisiologia, saber qual é o momento certo da intervenção. A poda baseia-se em princípios de fisiologia vegetal, princípios fundamentais que regem a vida das fruteiras. Um desses princípios mais importantes é a relação inversa que existe entre o vigor e a produtividade. O excesso de vegetação reduz a quantidade de frutos, e o excesso de frutos é prejudicial a qualidade da colheita. Assim, conseguimos entender que a poda, visa justamente estabelecer um equilíbrio entre esses extremos. Mas deve ser efetuada com extremo cuidado. Se efetuada no momento impróprio, ou de forma incorreta, a poda pode gerar uma explosão vegetativa enorme, causando um problema ainda maior para o agricultor.
Seiva
As raízes das fruteiras extraem do solo a água, contendo em solução, os sais nutritivos que alimentarão a planta. Essa solução constitui a Seiva bruta, que sobe pelos vasos condutores localizados no interior do tronco e se dirige até as folhas. Nestas e em presença de luz e perdendo água por transpiração, a seiva bruta passa por diversas transformações, tornando-se Seiva elaborada.
A seiva sempre flui para as partes mais altas e mais iluminadas da árvore, razão pela qual os galhos mais vigorosos são aqueles que conseguem se posicionar melhor na copa e têm uma estrutura mais retilínea, o que favorece sua circulação. É por isso também que, o crescimento da planta tende sempre a se concentrar nos ponteiros dos ramos, o que se denomina de Dominância Apical. Quando eliminada, através da poda, ocorre uma melhor redistribuição da seiva, favorecendo a brotação lateral da gemas.
A circulação rápida da seiva tende a favorecer desenvolvimento vegetativo, enquanto que a lenta, o desenvolvimento de ramos frutíferos e essa circulação é em função da estrutura da planta. Quanto mais retilínea, mais rápida a seiva circulará.
Gemas
Outro aspecto importante é sobre a formação das gemas. Em geral, são formadas com a mesma estrutura. O que vai torná-las vegetativas ou frutíferas é o vigor do seu desenvolvimento, decorrente da quantidade de seiva que recebem. Nos primeiros anos de vida, as jovens fruteiras gastam toda a seiva elaborada no seu próprio crescimento. Depois que a planta atingiu um tronco forte, copa expandida e raízes amplas, começa a aparecer sobras de seiva elaborada, que são armazenadas na planta As reservas de seiva elaborada quando atingem uma suficiente quantidade, tem começo a frutificação.
As reservas de seiva elaborada são invertidas ou gastas na transformação das gemas vegetativas em gemas frutíferas, futuras flores e frutos. Essa quantidade excedente de seiva acumulada é conseguida diminuindo a intensidade de circulação de seiva, o que ocorre no período após a maturação das frutas, com uma correspondente maturação de ramos e folhas.
Em princípio, gemas mais vigorosas e mais pontiagudas irão se transformar em ramos vegetativos. As floríferas, têm uma forma mais arredondada e devem ser preservadas.
As gemas localizadas na parte superior dos ramos, brotam antecipadamente e com maior vigor que as laterais, prolongando o ramo devido sua abertura lateral ser bem menor.
Baseado nesta lógica, pode-se dizer que ramos verticais tendem a serem mais vegetativos, e os inclinados, por onde a seiva circula de forma mais lenta, possuem maior potencial frutífero.
Equilíbrio Vegetativo-Produtivo
A folha é o laboratório da planta, sua fábrica de energia. Por isso é necessário estabelecer uma relação de equilíbrio entre o número de frutos e o de folhas. Um excesso de frutos frente ao total de folhas conduz à uma produção qualitativamente inferior, bem como depauperamento da árvore. Existe uma relação correta para os dois. Um exemplo seria o pessegueiro. Essa relação é de 1 por 40, ou seja, para cada fruto, 40 folhas.
Desse modo, uma planta de pessegueiro adulta, perde através da poda 60% de seus ramos e 70% de seus frutos, que devem respeitar uma distância média de 10 a 12 cm entre frutos. Podada, de maneira ideal, o pessegueiro permanecerá com cerca de 1.000 frutos e 30.000 a 40.000 folhas.
Frutificação
A frutificação é também, uma conseqüência do acúmulo de carboidratos. Na relação C/N, quando o C é maior do que o N, há boa produção de frutos e massa verde. Quando a produção de ramos vegetativos é muito grande, é alto o N e baixa a produção de gemas floríferas.
Cada fruteira, entretanto, possui um hábito de frutificação específico, tendo assim, exigências diversas quanto à poda.

Jardinagem


jardinagem
A jardinagem é uma atividade que tem como objetivo embelezar determinados locais, públicos ou privados. O adepto da jardinagem, profissional ou não, designa-se como jardineiro. São muitos os locais onde se podem praticar tal arte: desde grandes espaços a simples vasos com plantas.
Embora se pratique jardinagem essencialmente com fins ornamentais, poderão existir também objetivos educativos (jardins botânicos ou zoológicos) e de organização do território e urbanismo, principalmente nas grandes cidades, onde os jardins (parques) são de grande importância para a qualidade de vida dos seus habitantes.
Deixe seu jardim bonito com alguns cuidados simples:
1. Remexa a terra para deixá-la fofa. Enquanto estiver fazendo isto, misture adubo orgânico. Depois, retire todas as impurezas: ervas daninhas, raízes mortas, torrões de terra seca.
2. Para melhorar a qualidade do solo, você pode fazer uma mistura básica. Misture uma porção de areia, com uma porção de terra e uma porção de terra vegetal. Para cada 5 litros de mistura básica, acrescente: 1 colher de sobremesa de farinha de ossos, uma colher de sobremesa de farinha de peixe e uma colher de sobremesa de nitrato de potássio. Adicione a mistura à sua terra e mexa bastante.
3. Para corrigir ainda mais o solo, acrescente areia em solos argilosos e compactos ou terra em solos arenosos.
4. Escolha as plantas de acordo com o tipo do seu jardim: se ele recebe muito sol ou se fica mais na sombra, se é grande ou pequeno, etc. Peça ajuda ao seu fornecedor de mudas.
5. Para plantar as mudas, faça um buraco de bom tamanho, retire o plástico da muda e coloque o torrão dentro do buraco. Coloque aquela mistura básica em torno do torrão.
6. Para plantas com caules finos e altos, coloque um bambu ou um cabo de vassoura para apoiar a planta. Amarre delicadamente a planta ao bambu (estaqueamento).
7. Para regar suas plantas, dê preferência para as primeiras horas do dia. Evite molhá-las quando o sol estiver forte.
8. Para vasos com plantas com caule regue por cima com um regador fino até que a água saia pelo furo da drenagem do vaso. Para vasos com plantas que cubram toda a superfície do vaso, encha de água o prato que fica sob o vaso. Para jardins e canteiros use mangueiras com irrigadores de pressão.
9. Sempre retire as folhas secas, murchas e doentes, com uma tesoura de poda. Deixe as flores murchas pois elas viram frutos. Combata as pragas, quando aparecerem, pulverizando inseticidas vendidos nas casas do ramo.
10. Quando as raízes atingem um tamanho muito grande para o vaso que estão ocupando, você tem que mudá-la para um vaso maior. Solte a planta do vaso antigo com a ajuda de uma pá. Segure firme o caule e bata com a vaso na beirada de uma mesa para que o torrão se solte. Replante como ensinado no passo 5.
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Cultivando uma Vanda


Orquídea Vanda
LuminosidadeEste é um fator muito importante para o cultivo de uma Vanda, as vandas precisam de luz para florescer e crescer com vigor. Uma Vanda que não está florescendo, muito provavelmente está recebendo menos luz do que o necessário. Essas orquídeas florescem com sombreamentos em uma escala de 70% de sombra a sol pleno. A maioria adapta-se muito bem com telas que deixam passar 40% da luminosidade do sol.
A família das Vandas engloba várias orquídeas, entre elas: as do gênero Renanthera, Rhynchostylis, Ascocentrum, entre outras. Podem ser cultivadas diretamente no sol, em jardins, praças ou coberturas. As demais vandas, quando usadas em paisagismo, podem ficar protegidas pelos galhos de árvores maiores, seja quando penduradas ou fixadas nos troncos dessas árvores, ou também em locais onde a luz solar não incida nos períodos mais quentes do dia.
- Sintomas de baixa luminosidade: folhas com colorido verde muito escuro, ausência ou baixo índice de floração por mais de um ano em Vandas adultas, enfraquecimento da planta com perda de folhas e maior suscetibilidade a doenças.
- Sintomas de excesso de luz: Folhas amareladas ou com queimaduras, perda de folhas e algumas vezes desidratação.
VentilaçãoÉ muito importante que as Vandas estejam em um ambiente arejado. Essa medida ajuda na saúde das plantas pois facilita que sequem mais rápido evitando o aparecimento de doenças.
O vento também proporciona às plantas uma limpeza dos possíveis microorganismos nela instalados.
As Vandas se bem fixadas em árvores no jardim, suportam ventos fortes. Para as plantas suspensas, proteja das rajadas de vento. Como dito anteriormente, o vento deve ser evitado em temperaturas mais baixas.
Floração abundanteVocê já sabe que o principal fator para uma excelente floração das Vandas é a quantidade de luz que ela recebe.
As Vandas podem florescer até quatro vezes ao ano e a cada florada portar mais flores em suas hastes. Uma Vanda bem florida é fascinante.
Alguns cuidados neste período podem ser bem interessantes para deixar a sua planta ainda mais bonita. Quando os botões já estiverem definidos, evite borrifá-los com adubo. Essa regra também vale para as flores, pois o sal do adubo junto com sol e calor podem provocar micro-queimaduras nas pétalas, prejudicando muito a estética da planta.
Água: principal elemento no cultivoAs Vandas adoram água, elas devem ser regadas abundantemente e de preferência todos os dias, a não ser em regiões ou estações frias.
A rega ideal é no início da manhã para dar à planta tempo de secar até que os raios solares aumentem de intensidade. Em média, em duas horas estarão secas.
Alguns cultivadores preferem colocar substrato na cesta plástica das vandas, para que assim retenham mais umidade e não seja necessário regas diárias (só recomendo este método para cultivadores experientes).
A água da chuva é a melhor a ser usada para qualquer vegetal, inclusive para as Vandas.
Em regiões frias, não molhe a planta se a temperatura estiver abaixo de 12°C. Se o frio permanecer por semanas, estabeleça um ritmo de duas regas semanais apenas, mas sempre molhando acima desta temperatura.
Para molhar suas Vandas, utilize uma mangueira com ponta tipo chuveiro, sem jato forte. Molhe intensamente toda a planta até que as raízes mudem de coloração para um verde mais intenso. Isso significa que a planta absorveu a água.
TemperaturaAs Vandas são muito resistentes e vivem muito bem em temperaturas entre12°C a 40°C, em dias mais quentes, é aconselhável ventilar mais, ou elevar a umidade do ar.
Já foram feitas experiências com Vandas em temperaturas de até 4°C por um período curto de tempo, alguns sintomas apresentados pelas plantas foram a perda dos botões e a parada momentânea de crescimento das raízes. Logo que a temperatura aumenta, a planta volta ao seu crescimento normal. Se o frio for muito intenso durante vários dias seguidos, é necessário protegê-la do vento.
A temperatura muito baixa faz a planta parar de crescer, retomando o seu metabolismo semanas depois.
Adubando sua vanda corretamente
As Vandas precisam de muito alimento, pois crescem indefinidamente. Com isso para se manterem fortes, saudáveis e com excelentes e várias floradas anuais, é muito importante fornecer uma boa alimentação a elas.
O adubo Plant Prod, usado em duas formulações: 20-20-20 ou  15-30-15 (quando sai o pendão floral) na concentração de 1 gr / l (gramas por litro). Além do Nitrogênio, Fósforo e Potássio que são indispensáveis às plantas, este adubo também dispõe em sua formulação outros micronutrientes.
A adubação deve ser feita diluindo-se bem o adubo em água e após regando toda a planta abundantemente.
O adubo deve ser aplicado preferencialmente cedo pela manhã antes do sol bater nas plantas.
Como plantar sua vandaO plantio de uma Vanda é uma etapa muito importante do cultivo da planta, elas adaptam-se em diversos ambientes.
Cada vez mais estão sendo usadas em paisagismo, fixadas em árvores ou colocadas próximas ao chão com um suporte tipo tutor.
Também podem ser penduradas embaixo de árvores que permitam boa luminosidade, próximo a janelas de apartamentos ou casas e em vários outros ambientes claros.
Com flor, as Vandas podem ser levadas para decorar outros ambientes e até colocadas em vasos fechados enrolando suas raízes, para isso umedeça as raízes anteriormente.
Quanto mais fresco e sombreado o local, mais tempo durarão as flores, uma vanda florida pode permanecer até 45 dias com flor.
Mas lembre-se, para que sua vanda floresça novamente ela não poderá permanecer em locais muito sombreados após a queda das flores.
O vaso para as Vandas serve apenas como um suporte de fixação, algumas delas podem  até mesmo sem vaso, as raízes nunca devem ficar enterradas em qualquer que seja o substrato, a não ser plantas muito jovens, que podem ser cultivadas em vasos com brita, musgo, pedaços de madeira, etc.
As Vandas são orquídeas monopodiais (crescem na vertical) e epífitas (entrelaçam suas raízes em outras plantas para sua fixação), desta forma, as raízes aéreas devem ficar soltas. A melhor forma é suspendê-las em cestas plásticas ou de madeira, usando um arame.
O material mais utilizado são as cestas plásticas devido à menor incidência de fungos, pois secam rapidamente.
Nas cestas elas ficam livres para emitir suas raízes em qualquer direção, o tamanho da cesta pode ser pequeno, aproximadamente 10 cm para uma planta adulta, se for pendurar uma planta jovem, faça numa cesta deste tamanho para que não haja remoção quando a planta crescer, pois as Vandáceas sentem quando são removidas.
Havendo necessidade de replante, deixe as raízes totalmente submersas com a cesta num recipiente com água até que as mesmas amoleçam e seja mais fácil colocá-las na cesta maior.
Obs.: Não deixar as vandas a pleno sol no verão por mais de 30 min. Resultado vai queimar as folhas e aparecer uma mancha oval escura.
Nunca molhar depois de 17:00 h, elas devem passar a noite secas.
Dia-de-Chuva

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Qual o melhor solo para Bonsai?


Falsa vinha
Essa é uma tabela com algumas sugestões de combinações de solo para o plantio de bonsai.
Você pode utilizar solos diferentes dos aqui listados e tentar descobrir melhores combinações se quiser, essa é apenas uma lista de referência com alguns solos de eficácia comprovada para auxiliar novos praticantes da arte do bonsai.
- Azaléa, Hibisco, Scheflera, Sequóia
1 parte de areia grossa ou pedrisco 2/3mm;
1 parte de terra preta grossa ou terra de cupim;
2 partes de terra vegetal ou húmus de folhas
- Caliandra, Acer, Ipê, Carmona, Bétula, Buxus, Olmo (Ulmus), Faia, Zelcova, Duranta, Ficus, Floríferas em geral, Ume, Primavera (Bougainville), Serissa, Tamarino, Magnólia.
1 parte de areia grossa ou pedrisco 2/3 mm
1 parte de terra preta grossa ou terra de cupim
1 parte de terra vegetal ou húmus de folhas
- Piracanto, Figo, Pitanga, Wisteria, Pêssego, Azevinho, Jaboticaba, Cotoneaster, Maçã, Siriguela, Pêra, Taxus, Coníferas, Ameixa, Cereja, Tuias.
2 parte de areia grossa ou pedrisco 2/3mm;
1 parte de terra preta grossa ou terra de cupim;
1 parte de terra vegetal ou húmus de folhas.
Nota: Para Tuia Nanã trocar a terra preta por barro e não usar terra vegetal/humus
- Ginkgo, Cipreste, Criptoméria, Cedro, Lariço, Acácia
2 parte de areia grossa ou pedrisco 2/3mm;
½  parte de terra preta grossa ou terra de cupim;
½ parte de terra vegetal ou húmus de folhas.
- Carvalho, Shimpaku, Pinheiros, Eucalípto, Junípero Rígida (Tuia Jacaré), Juníperos.
3 parte de areia grossa ou pedrisco 2/3mm;
½ parte de terra preta grossa ou terra de cupim;
½ parte de terra vegetal ou húmus de folhas.
- Azaléa – solo alternativo
1 parte terra preta grossa ou terra de cupim;
2 parte de terra vegetal ou húmus de folhas;
1 parte de areia grossa ou pedrisco 2/3 mm;
1 parte de barro grosso.

A rega do Bonsai


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Como e com que frequência regar um bonsai?
Regar um bonsai é molhar toda a terra que esta dentro do vaso. Coloque água potável por cima da terra em toda a superfície até que esta comece a sair por baixo nos orifícios do vaso. No dias mais quentes pode-se molhar também a copa e galhos.
Já a frequência das regas vai depender principalmente do tamanho do vaso e das condições climáticas como temperatura e umidade do ar. Normalmente vasos com até 30 cm de comprimento e/ou vasos muito rasos devem ser regados todos os dias quando a umidade do ar estiver baixa e a temperatura acima de 20oC.
Muito cuidado com os extremos: Em dias de muito calor (acima de 30oC) regue duas vezes ao dia. Em dias de muito frio (abaixo de 15oC) regue a cada dois dias.
Vasos maiores do que 30 cm, normalmente a frequência de rega é menor, mas tome muito cuidado, geralmente um bonsai não fica mais do que dois dias sem água.
As árvores no geral não gostam de muita umidade na terra. Por isso geralmente devemos regar os bonsai somente quando a terra do vaso estiver quase seca.
Vale muito a nossa observação constante, tanto do clima quanto da umidade da terra. A verificação da umidade da terra pode ser feita facilmente tocando-se a terra com os dedos.
A Vaporização das folhas somente é necessária quando a umidade do ar estiver baixa. Nesta situação é conveniente que faça uma vaporização leve somente sobre as folhas preferivelmente a sombra com água potável, no mínimo, três vezes por dia. Outra função importante da vaporização é quando feita sobre as raízes finas expostas em alguns determinados estilos (Ex.:”raiz exposta”, “raiz sobre pedra” e outros). Também é importante no cultivo do musgo que, se for usado, não deve ocupar mais do que a metade da superfície da terra do bonsai, para que esta “respire”. O musgo deve ser borrifado levemente em torno de três vezes ao dia sem que a terra do bonsai se umedeça.                                                                                                                                                

Uva-japonesa

                                          Foto: Uva-japonesa (Hovenia dulcis)

A uva-do-japonesa é uma árvore de porte médio, muito utilizada na arborização urbana. Sua copa é aberta e suas folhas são verdes, brilhantes que caem no Outono e Inverno. 

As flores são numerosas e surgem no Verão. São pequenas, perfumadas, branco-esverdeadas e atraem muitas abelhas. Os frutos são cápsulas secas, marrons, sustentadas por pedúnculos carnosos, doces e de cor castanha. Cada fruto contém de 2 a 4 sementes amarronzadas. A dispersão das sementes é feita por animais.

Os frutos da uva-do-japão têm sabor aprazível, mas devem ser colhidos maduros. Quando verdes, têm sabor adstringente e quando passados, fermentam e ficam com gosto alcoólico. Eles podem ser consumidos in natura ou na forma de geléias. 

É uma árvore apropriada para o paisagismo urbano, em estacionamentos, rodovias, praças e parques. Devido ao seu tamanho um pouco avantajado, atingindo cerca de 25 m, a uva-japonesa não é indicada para arborização de calçadas sob fiação elétrica. 

Por ser uma árvore que frutifica em abundância, ela têm sido amplamente utilizada na recuperação de áreas degradadas, com o objetivo de atrair a fauna (aves e mamíferos). No entanto têm se revelado uma espécie perigosamente invasora, que reduz a diversidade das matas nativas e se multiplica rapidamente com a ajuda dos animais.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, bem drenável e leve, com regas regulares no primeiro ano após o plantio. Não tolera encharcamento ou inundações. A frutificação inicia-se de 3 a 4 anos após o plantio. 
 Uva-japonesa (Hovenia dulcis)

A uva-do-japonesa é uma árvore de porte médio, muito utilizada na arborização urbana. Sua copa é aberta e suas folhas são verdes, brilhantes que caem no Outono e Inverno. 

As flores são numerosas e surgem no 
Verão. São pequenas, perfumadas, branco-esverdeadas e atraem muitas abelhas. Os frutos são cápsulas secas, marrons, sustentadas por pedúnculos carnosos, doces e de cor castanha. Cada fruto contém de 2 a 4 sementes amarronzadas. A dispersão das sementes é feita por animais.

Os frutos da uva-do-japão têm sabor aprazível, mas devem ser colhidos maduros. Quando verdes, têm sabor adstringente e quando passados, fermentam e ficam com gosto alcoólico. Eles podem ser consumidos in natura ou na forma de geléias.

É uma árvore apropriada para o paisagismo urbano, em estacionamentos, rodovias, praças e parques. Devido ao seu tamanho um pouco avantajado, atingindo cerca de 25 m, a uva-japonesa não é indicada para arborização de calçadas sob fiação elétrica.

Por ser uma árvore que frutifica em abundância, ela têm sido amplamente utilizada na recuperação de áreas degradadas, com o objetivo de atrair a fauna (aves e mamíferos). No entanto têm se revelado uma espécie perigosamente invasora, que reduz a diversidade das matas nativas e se multiplica rapidamente com a ajuda dos animais.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, bem drenável e leve, com regas regulares no primeiro ano após o plantio. Não tolera encharcamento ou inundações. A frutificação inicia-se de 3 a 4 anos após o plantio.

Gabiroba-do-cerrado

Foto: Gabiroba-do-cerrado (Campomanesia xanthocarpa)

A gabiroba era uma das plantas mais comum nos cerrados das regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. No entanto, nos últimos cinqüenta anos, quase todo o cerrado foi destruído para o plantio principalmente de soja, milho e implantação de pastagens. Hoje, ainda é possível encontrar a gabiroba nas poucas matas de cerrado remanescentes. 

Ela tem o porte arbustivo que varia de 0,20 a 1,50 m de altura. É uma planta perene (sobrevive por vários anos). Os frutos arredondados são produzidos em grande quantidade e a época de maturação, dependendo de regiões, de Outubro a Dezembro. Os frutos maduros têm um curto período para serem aproveitados (5 a 7 dias), porque passa do ponto, como ocorre com as jabuticabas.

Os frutos maduros são mais consumidos ao natural e são deliciosos, suculentos, doces, de suave aroma agradável e contêm numerosas sementes. Podem ser aproveitados no preparo de sorvetes, sucos, doces e no preparo de um saboroso licor.
Gabiroba-do-cerrado (Campomanesia xanthocarpa)

A gabiroba era uma das plantas mais comum nos cerrados das regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. No entanto, nos últimos cinqüenta anos, quase todo o cerrado foi destruído para o plantio p
rincipalmente de soja, milho e implantação de pastagens. Hoje, ainda é possível encontrar a gabiroba nas poucas matas de cerrado remanescentes.

Ela tem o porte arbustivo que varia de 0,20 a 1,50 m de altura. É uma planta perene (sobrevive por vários anos). Os frutos arredondados são produzidos em grande quantidade e a época de maturação, dependendo de regiões, de Outubro a Dezembro. Os frutos maduros têm um curto período para serem aproveitados (5 a 7 dias), porque passa do ponto, como ocorre com as jabuticabas.

Os frutos maduros são mais consumidos ao natural e são deliciosos, suculentos, doces, de suave aroma agradável e contêm numerosas sementes. Podem ser aproveitados no preparo de sorvetes, sucos, doces e no preparo de um saboroso licor.

o maracujá doce

                                                                                                                                                                                         
                                       

                            o maracujá doce


Tem gente que diz que as flores do maracujá doce são as mais lindas da natureza. Eleição difícil de definir, essa, mas certamente a planta como um todo é muito bonita e decorativa. Na espécie Passiflora alata as flores são super perfumadas e chegam a medir 14 cm de diâmetro. As sépalas e pétalas, quase escandalosas, são coloridas com uma interessante mistura de vermelho, amarelo e roxo zebradinho com branco, e esse show de cores e formas atrai um exército de mamangavas - aqueles besourões grandes, pretos, que na verdade são uma espécie de abelha -, responsáveis por polinizá-las para que produzam frutos.


As folhas são grandes e têm a forma de um coração gordo, por isso é bem fácil diferenciá-las das folhas do maracujá azedo, aquele comum, fácil de encontrar no supermercado, que tem folhas divididas em três partes.

E os frutos, quando estão bem alaranjados, ainda mais maduros que o da foto abaixo, são facilmente confundidos com o mamão papaya. A propósito, essa planta nasceu de um maracujá doce que comprei no supermercado, há cerca de um ano e meio, depois de achar que estava em frente à banca de mamões. Na primeira olhada a gente se confunde, mas por ser mais leve e muito perfumado, o fruto logo se entrega.


Aqui no sítio tem sido difícil chegar antes dos bichos. Mal os frutos começam a ganhar um amarelinho na casca, já vem alguém roubar, sorrateiro e misterioso. O maracujá desaparece de um dia para o outro e a gente nem vê, só fica aquela sensação de "mas não tinha um quase maduro aqui?".

Quando o ladrão bobeia e deixa para trás um fruto começado, resta analisar as pistas: pelas marcas deixadas na casca, deve ser pássaro ou gambá.


No livro Frutas Brasileiras e Exóticas Cultivadas, Harri Lorenzi descreve mais de 22 espécies de maracujá. Tem doce, tem azedo, tem grande, pequeno, amarelo, vermelho, verde, roxo... tem até um que parece uma mini melancia, de casca verde rajadinha de branco. E não é só por fora que eles variam, não. A maioria tem as sementes pretas envoltas em mucilagem amarela, mas tem até um (Passiflora caerulea) de miolo vermelho, lindo!

Todos são nativos do Brasil, encontrados na natureza nas regiões mais variadas: restingas litorâneas (os terrenos arenosos próximos ao mar), Mata Atlantica (desde a Bahia até o Rio Grande do Sul), região amazônica, capoeiras do Pantanal, matas ciliares e até no cerrado do Tocantins. Cada região tem sua própria espécie de maracujá, e suas características climáticas tão diferentes são responsáveis por tantas nuances de cores e sabores.

Os frutos variam de cor e formato, as flores variam de cor e perfume, mas uma coisa é sempre a mesma: todas as espécies são trepadeiras herbáceas (de caules verdes e macios) e possuem gavinhas, esses pequenos bracinhos finos que parecem ter vontade própria e, quando não estão exercendo sua função de amarrar, desenham lindas esculturas suspensas no ar.








violetas

                                                        

                                                                   Embora não tenham perfume marcante, as violetas são preferência nacional. Além de alegres, essas flores são fáceis de cuidar. Veja o que fazer para garantir a beleza da sua planta por ainda mais tempo.
O vaso ideal para violetas
Apesar de os vasinhos de plásticos serem charmosos, as violetas se dão bem mesmo nos vasos de barro. Eles absorvem o excesso de umidade que pode apodrecer as raízes.
Cuidados com a água
Não molhe as folhas, pois elas apodrecem. Se você costuma colocar água apenas no pratinho, faça uma rega na terra uma vez por mês, para diminuir a concentração de sais minerais. Outro detalhe: as violetas detestam cloro. Para eliminá-lo, ferva a água e deixe-a esfriar antes de regar, ou use água mineral. No verão, regue duas vezes por semana. No inverno, apenas uma.
Luz na medida para violetas
A violeta precisa de luz, mas não suporta o sol direto. O ambiente ideal é um local com temperatura em torno de 25º C, onde os raios solares sejam filtrados pelo vidro de uma janela, por exemplo.
Como adubar 
Há fertilizantes químicos específicos para as violetas. Varie essa adubação periodicamente, alternando com farinha de osso e húmus de minhoca.
Como plantar violeta
Coloque no fundo do vaso uma camada fina de pedrinhas. Encha-o até a metade com a seguinte mistura: 2 partes de terra comum, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de vermiculita, um remédio que combate pragas. Plante a muda centralizando a raiz e complete com a mistura. A seguir, faça uma rega generosa, até que a água escorra para o pratinho.

Conheça os sinais que indicam problemas na violeta

Manchas queimadas: quando aparecem estas manchas, provavelmente a planta foi intoxicada por algum tipo de produto químico.
Folhas amareladas: o excesso de luz e falta de nutrientes fazem com que as folhas fiquem amareladas.

suculentas


suculentas
Muitas espécies de suculentas adaptam-se bem em ambientes fechados. Crássulas mantêm-se bem perto de janelas com sol constante (norte), enquanto Haworthias preferem sol mais fraco (janelas voltadas para o sul). Aloes e Gasterias podem manter-se à meia-sombra. Plantas pendentes, como Ceropegias e Hoyas também se adaptam bem a ambientes internos. Echeverias e Rosularias também preferem janelas com pelo menos 4 horas de sol.
Alguns cuidados ao manter plantas suculentas em vasos:
a) Certifique-se que o vaso tem tamanho suficiente para acomodar as raízes com folga. Raízes precisam de espaço para desenvolver-se.
b) Várias espécies de suculentas podem ser agrupadas em um único vaso. Tome o cuidado de colocar juntas apenas as espécies com as mesmas necessidades de solo, água e sol. Cuide também para que plantas mais altas não façam sombra em plantas pequenas.
Fora de casa
Muitas suculentas preferem ambientes externos. Podem suportar bem geadas, no entanto, aconselha-se protegê-las de temperaturas menores que 5ºC. A boa ventilação também colabora para o bom desenvolvimento das suculentas fora de casa.
Crássulas desenvolvem-se bem ao ar livre, mas não toleram geadas fortes. Gasterias, Aloes e Haworthias preferem locais sombreados. Algumas espécies de pequeno porte (algumas echeverias e crassulas) não gostam do ambiente externo e precisam da proteção de um local fechado.
Algumas agaves e crassulas podem alcançar tamanhos realmente grandes. Algumas espécies de Crassulas podem alcançar 3 metros de altura.
Como cultivar
As suculentas se propagam principalmente por estaquia de folhas ou estaquia de ramos (é só tirar um galhinho e colocar pra enraizar).
A substrato ideal de plantio é uma mistura de partes iguais de terra comum, areia grossa e 1/2 parte de húmus de minhoca e encher um caixote, desses de uva mesmo. Distribua as  folhas e deixe enraizando.
Se forem poucas, já podem ser plantadas diretamente no vasinho onde vão ficar, economiza tempo e espaço.
Pra escolher a folha: ela já deve estar adulta e bem carnosa, sem aparência enrugada, ou amarelada. Essa folha vai ser a reserva da sua muda até que ela possa produzir sozinha seu próprio alimento.
Cuidados com Suculentas
A maioria das suculentas são muito resistentes e, ao contrário de muitas outras plantas, prosperar em abandono! Elas requerem cuidados mínimos e, a seguir apenas algumas orientações simples, vai fazer bem.
Luz
Suculentas podem ser cultivadas dentro ou fora, mas, como outras plantas, elas precisam de muita luz. A maioria exige ou filtrada dom maior parte do dia ou 1 a 2 horas de sol direto por dia. Muitos vão sobreviver muito bem em pleno sol, mas no Verão você vai precisar para apresentá-los em etapas: 1-2 horas na primeira semana, 3-4 horas da próxima semana, todos os dias. Algumas espécies requerem apenas boa iluminação, por exemplo: Aloe, Scilla, Gasteria, Haworthia.
Água
A quantidade de água necessária depende de muitos fatores: tipo de recipiente (terracota secam mais rápido do que outros vasos), o tamanho do recipiente, a altura do recipiente, época do ano, a posição, calor, etc umidade,
Durante os meses mais quentes, a água cuidadosamente, em seguida deixar o solo secar antes de ir para reidratação. Coloque o seu dedo um par de centímetros para baixo no solo e sentir se o solo está úmido. Em caso de dúvida, é mais seguro do que submarinos exagere. Suculentas armazenam água em seus caules e folhas e podem tolerar períodos de seca sem danos.
Durante os meses de frio, a água com menor freqüência e menos profundamente. Tente água pela manhã, quando um dia ensolarado é esperado para que qualquer excesso evaporar ao sol.
Quando cultivada em um vaso alto, você vai precisar tomar cuidado quanto as regas, pois  como suas raízes não alcançam o fundo do vaso, qualquer excesso de água na base pode causar doenças fúngicas. Tente apenas metade de um copo a cada rega. Você pode tentar colocar bolas de isopor na base de cerca de um terço da altura para ajudar a evitar isso e para auxiliar a drenagem.
Pragas e Doenças
Muitas suculentas são propensas a Mealy Bug (que aparecem como pequenas bolas brancas nas folhas para o interior da planta) e pulgões (minúsculos insetos negros, muitas vezes sobre as flores). A pulverização com Confidor regular nos meses mais quentes vão impedir os danos do inseto.

suculenta

   

As flores aparecem principalmente no mês de fevereiro, mas ocorrem diversas vezes por ano.
A propagação pode ser feita por estacas caulinares e é muito fácil, mas o vaso não pode ser muito pequeno, pois, depois de enraizada, o crescimento é rápido.

flor de maio

Apesar do nome, elas já começam a aparecer em abril e a floração se estende, às vezes, até julho. São as flores-de-maio, cactácea que encanta pelo formato exótico e cores em tons dégradé.
E em maio chegam as flores. Na verdade, as flores chegam durante o ano inteiro no Brasil, graças ao clima tropical. Mas maio é especial porque com ele chegam aquelas flores exóticas, de cores singulares, que sempre encantam as pessoas.
Dentro dessas espécies estão as flores-de-maio – ou Zygocactus truncatus. O nome científico revela o que pouca gente sabe: a flor-de-maio é uma cactácea, mas não é um cacto como aqueles que nos vêm à memória, altos e cheio de espinhos.
flor-de-maio surgiu de um cruzamento (entre a variedade Schlumbergera e a espécie Z. truncatus buckleyi) e é nativa do Brasil. Nela, os talos se bifurcam e as flores aparecem nas pontas dos ramos pendentes. A planta floresce durante vários meses, mas ela recebeu o nome popular porque o ápice da floração acontece mesmo em maio. Entretanto, desde meados de abril encontramos à venda vasos com a planta carregada de flores, que têm formato de capuz, com cerca de 7 cm e cores que variam do branco ao lilás.
Não é uma planta difícil de ser cultivada. Depois da floração, a flor-de-maioentra em descanso. Nesse período, deve ser mantida com o solo seco, sem adubação: uma rega a cada dez dias é suficiente.
É neste período também que deve ser feita a troca de vaso ou a retirada de mudas (basta retirar um ramo e plantar numa mistura de terra bem adubada com areia grossa). Na primavera, inicia-se a adubação e as regas se tornam mais freqüentes, uma ou duas vezes por semana. Elas gostam de lugares bem iluminados e, se possível, de sol direto. Por isso, só deve ser levada para a sala quando estiver florida – mesmo assim, é bom colocá-la num lugar onde receba luz numa parte do dia.
Origem: Brasil.
Porte: de 30 à 60 cm de altura.
Propagação: Por estaquia de folhas.
Principal Cuidado Com Esta Planta.No Brasil (Hemisfério Sul) o período de florescimento desta planta inicia-se em maio. (outono)
Após 2 ou 4 semanas as flores caem e o número de horas do brilho do sol torna-se importante aumentar para a propagação vegetativa.
Entretanto, a planta necessita de água e luz solar a vontade até julho. (inverno)
Lembre-se que esta planta está proibida de receber muita luz e água após agosto, devido a poderosa luz do sol tropical ser perigosa para ela e também é um cacto (epífita).
(primavera)
Quando a estação do verão está chegando a planta inicia sua ação fisiológica de dormência.
Após abril a luz e temperatura diminuem naturalmente, ela está acordando com suas flores. (outono/ inverno).